| |
Olá Pessoal !!
Este é o Blog que criamos na Oficina de Internet no telecentro Vila Atlântica. Aqui vocês poderão encontrar vários assuntos sobre saúde como: evitar o colesterol, diabete, estress, tababagismo e muitas outas coisas sobre saúde. Deixe o seu comentário e sugestão.
Escrito por Lau, Maria, Bastos às 11h06
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
CORAÇÃO

Previna-se: O coração pode "pifar" Ao contrário do que se pensava, os problemas cardíacos podem atingir pessoas de qualquer idade, inclusive adolescentes Estress, vida sedentária, tabagismo, álcool em excesso, muitos males irreparáveis ao coração. Mas mesmo com as insistentes campanhas publicitárias, conselhos de médicos e de especialistas, pouca gente dá a atenção devida a este perigo, que aflige milhões de brasileiros, e o que é pior, pouca gente sabe que os problemas cardíacos também podem atingir pessoas jovens - inclusive os adolescentes. Além disso, uma pessoa que também tenha uma vida normal, que faça exercícios com frequência, não fuma, nem bebe e que viva com tranqüilidade sem preocupações também pode ter problemas com o coração. Qualquer pessoa pode ter problemas do coração, independente da sua idade. É justamente por isso que todas as pessoas, de qualquer idade, devem realizar periodicamente exames de avaliação cardíaca. Quanto mais cedo identificado um problema, maiores são as chances de tratamento e adoção de um estilo de vida adequado à realidade encontrada. As pessoas têm uma idéia errada de que somente os velhos e os obesos é que podem ter problemas do coração. Isto não é verdade. A realização de exames, os cuidados com as alterações do trigriceres e o nível de colesterol, tudo isto é muito importante. Para aquelas pessoas, que estão no grupo de risco é essencial que se comece a corrigir seus hábitos, evitando o cigarro o álcool e também o sedentarismo, melhorando assim a qualidade de vida e evitando que venha a ser um possível paciente. Os cardiologistas afirmam que o inimigo número 1 do coração é o cigarro, que causa um mal irreparável ao órgão. Em seguida estão classificados o sedentarismo e o estress, considerado o mau do século. Exercícios representam outro problema. Eles podem causar até mesmo um ataque fulminante se forem praticados antes de uma consulta médica para se analisar o nível de resistência. "Uma pessoa que nunca tenha feito exercícios físicos com regularidade pode sofrer um ataque e até mesmo morrer, pois ela não sabe as condições reais do seu coração", explica o cardiologista. Antes de iniciar a prática de exercícios é necessário que se realize os exames necessários para evitar problemas futuros. Seguindo estas recomendações cada pessoa poderá no mínimo estar garantindo uma vida mais longa e saudável e ainda contribuindo com a saúde do coração.
Escrito por Lau, Maria, Bastos às 09h53
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
TABAGISMO
 O que é?
A Organização Mundial da Saúde afirma que o tabagismo deve ser considerado uma pandemia, ou seja, uma epidemia generalizada, e como tal precisa ser combatido. Atualmente, morrem no mundo 3 milhões de fumantes por ano em conseqüência das doenças que o tabaco provoca. No Brasil estima-se 80 a 100 mil óbitos anuais relacionados ao fumo. O cigarro mata mais que a cocaína, heroína, álcool, incêndios, suicídios e AIDS, juntos.
É responsável por 80% a 90% das mortes por câncer do pulmão, 80% causadas pela bronquite crônica e enfisema pulmonar e 30% dos infartos do coração. Aumenta o risco de câncer da boca, da laringe, do esôfago, estômago, pâncreas, rim e bexiga e de derrames do sistema nervoso central e aneurismas da aorta e abdome. Por diminuir as defesas orgânicas, o tabagismo também aumenta o risco de contrair doenças infecciosas, como tuberculose e gripe.
O fumo encerra milhares de substâncias tóxicas: além da nicotina, já foram identificadas no cigarro mais de 4.700 substâncias. Conforme a qualidade do tabaco e a maneira de tragar, inala-se aproximadamente de 2.000 a 2.500 dessas substâncias. Em média traga-se 10 vezes um cigarro. Após uma tragada a nicotina chega ao cérebro em 7 segundos. Quem fuma um maço de cigarros por dia sofre, portanto, 200 impactos cerebrais de nicotina, totalizando 73.000 mil impactos por ano. Nenhuma outra droga age com esses volume e intensidade, provocando os malefícios e lesando praticamente todos os órgãos.
Cada vez que a nicotina chega ao cérebro provoca a liberação de grande quantidade de hormônios, muitos psicoativos. Os receptores específicos cerebrais que reconhecem a nicotina exigem, com o decorrer do tempo, quantidade cada vez maior da droga para dar o mesmo nível de resposta. É a nicotina-dependência, cujo tempo de instalação varia conforme os organismos e a quantidade de cigarros diariamente consumidos. Dos adolescentes e jovens que se iniciam no tabagismo, quando chegam aos 19 anos, 90% tornam-se nicotino-dependentes.
Tratamento
O único tratamento é parar de fumar. É preciso que o tabagista tenha consciência de que o fumo é um vício por si só, e pode causar uma série de doenças e enfermidades. Parar de fumar não é uma tarefa fácil, afinal estamos tratando de uma dependência. Entretanto 70% das pessoas que procuram parar de fumar conseguem o seu intento.
Escrito por Lau, Maria, Bastos às 09h53
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
HIPERTENSÃO

O que é a Hipertensão Arterial?
Para definirmos o que é a hipertensão arterial, primeiro é necessário saber o que é a pressão arterial. A pressão arterial é a força que o fluxo sangüíneo exerce nas artérias. Através de sua medição, dois valores são registrados: o maior, quando o coração se contrai bombeando o sangue (pressão sistólica), e o inferior, quando o coração relaxa entre duas batidas cardíacas (pressão diastólica). Hipertensão arterial ou pressão alta ocorre quando a pressão sistólica em repouso é superior a 140 mm Hg ou quando a pressão diastólica em repouso é superior 90 mm Hg ou ambos. Uma medida isolada com valores altos de pressão arterial não significa que a pessoa tenha hipertensão arterial.
Quais são os tipos de hipertensão arterial? Hipertensão sistólica isolada ocorre quando a pressão sistólica é maior ou igual a 140 mm Hg mas a pressão diastólica é inferior a 90 mm Hg, ou seja, a pressão diastólica está dentro da faixa normal. É mais comum em idades avançadas. Hipertensão maligna é uma forma perigosa de alta pressão com evolução rápida, causando necrose de paredes das arteríolas no rim, retina etc. Se não for tratada, pode levar à morte em um período de 3 a 6 meses. Essa doença é bastante rara, ocorrendo em 1 a cada 200 pessoas que têm pressão alta. Ocorre com maior freqüência em negros, nos homens e em pessoas com menor poder aquisitivo.
Quais são os sintomas da hipertensão arterial? Grande parte das pessoas com pressão alta não apresenta sintomas. Pode ocorrer, por coincidência, manifestações que são erroneamente atribuídas à pressão alta: dor de cabeça, sangramento do nariz, tontura, rosto avermelhado e cansaço. Esses sintomas, entretanto, também aparecem freqüentemente em pessoas com pressão normal. Se uma pessoa com hipertensão arterial severa ou pressão alta passar um longo período sem tratamento, sintomas como dor de cabeça, fadiga, náusea, vômito, falta de ar, visão borrada aparecem provocados por danos no cérebro, olhos, coração e rins. Ocasionalmente, pessoas com pressão muito alta e em estágios avançados da hipertensão arterial, elas podem ter tontura ou mesmo coma, ou seja, encefalopatia hipertensiva, e necessitam de tratamento emergencial.
Quais são as causas da hipertensão arterial? Pelo menos 90% dos casos de hipertensão arterial (denominadas idiopáticas, essenciais ou primárias) são decorrentes de fatores não identificáveis mesmo quando pesquisados de modo exaustivo, sendo considerados de múltiplas causas. Quando a causa é identificável, a hipertensão é denominada secundária. Nesse caso, algumas situações são passíveis de cura pela remoção do fator que a motivou. De 5 a 10% das pessoas possuem pressão alta provocada por problemas nos rins. Entre 1 a 2% das pessoas apresentam pressão alta devido a problemas hormonais ou ao uso de alguns medicamentos como, por exemplo, pílulas anti-concepcionais. Uma causa rara é a feocromocitoma, um tumor na glândula supra-renal que produz os hormônios adrenalina e noradrenalina. Obesidade, vida sedentária, estresse e ingestão excessiva de álcool ou sal na alimentação podem ter um papel importante em pessoas predispostas a ter hipertensão arterial. O estresse tende a fazer com que a pressão aumente temporariamente mas ela costuma retornar ao valor normal assim que cessam os fatores de tensão. Isso explica a hipertensão do avental branco: a tensão emocional da consulta médica faz a pressão do paciente aumentar suficientemente para ser diagnosticado como hipertensão.
Escrito por Lau, Maria, Bastos às 09h46
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
STRESS
 Trânsito, problemas financeiros, profissionais, familiares, situações de vida, doenças, alterações de metabolismo, uso de alguns medicamentos, de álcool, de drogas, acidentes, correria, insegurança (tanto financeira quanto, no caso de nossas cidades, física mesmo), dificuldades com chefes, colegas de trabalho, filhos, cônjuges, pais, carro quebrado, Marginal parada e etc., vão fazendo com que nosso corpo produza quantidades anormais de Adrenalina
A Adrenalina é um hormônio produzido por nosso corpo e tem a função de fazer nosso organismo se defender. Ela faz com que o sangue irrigue mais o coração o cérebro, os pulmões e os músculos. Isso para que fiquemos alertas, fortes e com todos os sentidos aguçados, para enfrentar o perigo. A produção de Adrenalina durante um certo tempo é benéfica para nós pois faz com que nosso organismo esteja apto a se defender de agressões. O problema é que nossas condições de vida fazem com que esse tempo seja muito longo
Então começam os sinais de Stress: Diminuição do rendimento, erros, distrações e faltas na escola ou no trabalho. Insatisfação com tudo. Indecisão, julgamentos errados, atrasados, precipitados. Piora na organização, adiamento e atrasos de tarefas, perda de prazos. Insônia, sono agitado, pesadelos. Irritabilidade, explosividade. A concentração e a memória diminuem. Coisas que davam prazer se tornam uma sobrecarga. Reclamações mais freqüentes do que o habitual. Uso de férias, feriados e finais de semana para colocar o serviço em dia, ao invés de relaxar e se divertir. Ocupar cada vez mais tempo com trabalho e menos com lazer. Parece que o dia normal de trabalho não é mais suficiente para o que tem que ser feito. Diminuição de entusiasmo e prazer pelas coisas. Sensação de monotonia
O que fazer ? Na maioria dos casos a solução é óbvia, muito gostosa mas difícil de se fazer: mudar hábitos. Deitar mais cedo, dormir mais, fumar e beber menos (um pouco de álcool socialmente é bom), alimentação mais saudável, socializar mais com amigos, dançar. Fazer esportes, ir ao cinema. Viajar, tirar férias, curtir a família. Lembre-se: até Deus precisou descansar no sétimo dia ! Massagens de relaxamento, etc. Treinamento Autógeno, várias formas de Psicoterapia individuais e de grupo, etc. A Psicoterapia ajuda muito. Na maioria das vezes, só o fato de poder conversar com uma pessoa neutra e tecnicamente preparada já é suficiente para ajudar a organizar melhor os pensamentos e com isso administrar melhor os problemas. Um bom condicionamento físico é sempre importante, ainda mais para quem está sujeito a ter somatizações. Além disso, ginástica libera Endorfinas, que são nossos Antidepressivos naturais e aumentam nosso bem estar. Portanto, coloque-se em forma.
Escrito por Lau, Maria, Bastos às 09h34
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
DIABETES
 DIABETES MELLITUS ( DM )
Sinônimos: Diabetes, hiperglicemia Nomes populares: Açúcar no sangue, aumento de açúcar
O que é? Doença provocada pela deficiência de produção e/ou de ação da insulina, que leva a sintomas agudos e a complicações crônicas características. O distúrbio envolve o metabolismo da glicose, das gorduras e das proteínas e tem graves conseqüências tanto quando surge rapidamente como quando se instala lentamente. Nos dias atuais se constitui em problema de saúde pública pelo número de pessoas que apresentam a doença, principalmente no Brasil.
O que se sente ? Os sintomas do DM são decorrentes do aumento da glicemia e das complicações crônicas que se desenvolvem a longo prazo.
Os sintomas do aumento da glicemia são: Sede excessiva, aumento do volume da urina aumento do número de micções surgimento do hábito de urinar à noite fadiga, fraqueza, tonturas, visão borrada, aumento de apetite, perda de peso. Os sintomas das complicações envolvem queixas visuais, cardíacas, circulatórias, digestivas, renais, urinárias, neurológicas, dermatológicas e ortopédicas, entre outras.
Sintomas visuais: O paciente com DM descompensado apresenta visão borrada e dificuldade de refração. As complicações a longo prazo envolvem diminuição da acuidade visual e visão turva que podem estar associadas a catarata ou a alterações retinianas denominadas retinopatia diabética. A retinopatia diabética pode levar ao envolvimento importante da retina causando inclusive descolamento de retina, hemorragia vítrea e cegueira.
Sintomas cardíacos: Pacientes diabéticos apresentam uma maior prevalência de hipertensão arterial, obesidade e alterações de gorduras. Por estes motivos e, principalmente se houver tabagismo associado, pode ocorrer doença cardíaca. A doença cardíaca pode envolver as coronárias, o músculo cardíaco e o sistema de condução dos estímulos elétricos do coração. Como o paciente apresenta em geral também algum grau de alteração dos nervos do coração, as alterações cardíacas podem não provocar nenhum sintoma, sendo descobertas apenas na presença de sintomas mais graves como o infarto do miocárdio, a insuficiência cardíaca e as arritmias
Sintomas circulatórios: Os mesmos fatores que se associam a outras complicações tornam mais freqüentes as alterações circulatórias que se manifestam por arteriosclerose de diversos vasos sangüíneos. São freqüentes as complicações que obstruem vasos importantes como as carótidas, a aorta, as artérias ilíacas, e diversas outras de extremidades. Essas alterações são particularmente importantes nos membros inferiores (pernas e pés), levando a um conjunto de alterações que compõem o "pé diabético". O "pé diabético" envolve, além das alterações circulatórias, os nervos periféricos (neuropatia periférica), infecções fúngicas e bacterianas e úlceras de pressão. Estas alterações podem levar a amputação de membros inferiores, com grave comprometimento da qualidade de vida.
Sintomas digestivos: Pacientes diabéticos podem apresentar comprometimento da inervação do tubo digestivo, com diminuição de sua movimentação, principalmente em nível de estômago e intestino grosso. Estas alterações podem provocar sintomas de distensão abdominal e vômitos com resíduos alimentares e diarréia. A diarréia é caracteristicamente noturna, e ocorre sem dor abdominal significativa, freqüentemente associado com incapacidade para reter as fezes (incontinência fecal).
Sintomas renais: O envolvimento dos rins no paciente diabético evolui lentamente e sem provocar sintomas. Os sintomas quando ocorrem em geral já significam uma perda de função renal significativa. Esses sintomas são: inchume nos pés (edema de membros inferiores), aumento da pressão arterial, anemia e perda de proteínas pela urina (proteinúria).
Sintomas urinários: Pacientes diabéticos podem apresentar dificuldade para esvaziamento da bexiga em decorrência da perda de sua inervação (bexiga neurogênica). Essa alteração pode provocar perda de função renal e funcionar como fator de manutenção de infecção urinária. No homem, essa alteração pode se associar com dificuldades de ereção e impotência sexual, além de piorar sintomas relacionados com aumento de volume da próstata.
Sintomas neurológicos: O envolvimento de nervos no paciente diabético pode provocar neurites agudas (paralisias agudas) nos nervos da face, dos olhos e das extremidades. Podem ocorrer também neurites crônicas que afetam os nervos dos membros superiores e inferiores, causando perda progressiva da sensibilidade vibratória, dolorosa, ao calor e ao toque. Essas alterações são o principal fator para o surgimento de modificações na posição articular e de pele que surgem na planta dos pés, podendo levar a formação de úlceras ("mal perfurante plantar"). Os sinais mais característicos da presença de neuropatia são a perda de sensibilidade em bota e luva, o surgimento de deformidades como a perda do arco plantar e as "mãos em prece" e as queixas de formigamentos e alternância de resfriamento e calorões nos pés e pernas, principalmente à noite.
Sintomas dermatológicos: Pacientes diabéticos apresentam uma sensibilidade maior para infecções fúngicas de pele (tinha corporis, intertrigo) e de unhas (onicomicose). Nas regiões afetadas por neuropatia, ocorrem formações de placas de pele engrossada denominadas hiperceratoses, que podem ser a manifestação inicial do mal perfurante plantar.
Sintomas ortopédicos: A perda de sensibilidade nas extremidades leva a uma série de deformidades como os pés planos, os dedos em garra, e a degeneração das articulações dos tornozelos ou joelhos ("Junta de Charcot"). Os sintomas das complicações envolvem queixas visuais, cardíacas, circulatórias, digestivas, renais, urinárias, neurológicas, dermatológicas e ortopédicas, entre outras.
Fatores de Risco para o Diabetes Mellitus Existem situações nas quais estão presentes fatores de risco para o Diabetes Mellitus, conforme apresentado a seguir: Idade maior ou igual a 45 anos, História Familiar de DM ( pais, filhos e irmãos), Sedentarismo, HDL-c baixo ou triglicerídeos elevados, Hipertensão arterial, Doença coronariana, DM gestacional prévio, Filhos com peso maior do que 4 kg, abortos de repetição ou morte de filhos nos primeiros dias de vida, Uso de medicamentos que aumentam a glicose ( cortisonas, diuréticos tiazídicos e beta-bloqueadores).
Como se previne ? A prevenção do DM só pode ser realizada no tipo II e nas formas associadas a outras alterações pancreáticas. No DM tipo I, na medida em que o mesmo se desenvolve a partir de alterações auto-imunes, essas podem ser até mesmo identificadas antes do estado de aumento do açúcar no sangue. Esse diagnóstico precoce não pode ser confundido porém com prevenção, que ainda não é disponível. No DM tipo II, na medida em que uma série de fatores de risco são bem conhecidos, pacientes que sejam portadores dessas alterações podem ser rastreados periodicamente e orientados a adotarem comportamentos e medidas que os retire do grupo de risco.
Assim é que pacientes com história familiar de DM, devem ser orientados a: manter peso normal, praticar atividade física regular, não fumar, controlar a pressão arterial, evitar medicamentos que potencialmente possam agredir o pâncreas (cortisona, diuréticos tiazídicos) Essas medidas, sendo adotadas precocemente, podem resultar no não aparecimento do DM em pessoa geneticamente predisposta, ou levar a um retardo importante no seu aparecimento e na severidade de suas complicações.
Escrito por Lau, Maria, Bastos às 09h19
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
COLESTEROL
COLESTEROL, ESTE VILÃO
Pesquisas científicas comprovam que um alto nível de colesterol no sangue aumenta a chance de ataque cardíaco.
Sabe-se também que a quantidade de pessoas com níveis elevados de colesterol é espantosamente alta.
No entanto o colesterol pode ser reduzido através de meios muito simples, como uma dieta prudente, exercício regular e o uso de alguns medicamentos.
O BOM E O MAU COLESTEROL
Colesterol é uma substância semelhante à gordura, encontrada em alimentos de origem animal. Os vegetais não contém colesterol, porém alguns têm gorduras saturadas que podem se transformar em colesterol.
O colesterol com alta densidade de lipoproteínas (HDL) permanece no sangue até ser eliminado e é conhecido como o bom colesterol. O clesterol com baixa densidade de lipoproteinas (LDL) é conhecido como o mau colesterol: ele é o responsável pela formação de depósitos de gordura nos revestimentos das artérias. Com o passar do tempo reduz-se o fluxo de circulação para o coração, podendo levar ao ataque cardíaco ou ao derrame.
QUANDO MENOS É MAIS
Um exame de sangue periódico é recomendado para detectar o nível de colesterol em seu sangue. O nível ideal é até 200 (sinal verde). Níveis de 200 até 239 são considerados não muito recomendáveis (sinal amarelo) e níveis acima de 240 são considerados perigosos (sinal vermelho). O nível de colesterol deve ser checado pelo menos a cada 5 anos se no último exame estava abaixo de 200 e anualmente para níveis superiores.
UMA VEZ MAIS, O QUE EU POSSO FAZER?
Convença-se de parar de fumar
Evite gorduras animais e frituras
Coma mais carne branca (peixe e aves) do que carne vermelha
Evite a gordura e retire a pele das aves
Aumente a quantidade de frutas e verduras em sua dieta diária
Exercite-se regularmente, de acordo com a orientação médica (mas não esqueça o exercício não pode se tornar em mais uma obrigação na sua agenda superlotada: isso só aumentaria o seu stress)
Como você vê pode ser simples e prazeiroso o combate ao colesterol e a obenção de uma melhor qualidade de vida. Não se esqueça de consultar sempre seu profissional de saúde e de usar o bom senso na sua vida diária.
ALIMENTOS RICOS EM COLESTEROL
Bacon,
Creme Chantilly,
Ovas de peixes,
Biscoitos amanteigados,
Doces cremosos,
Peles de aves,
Camarão,
Embutidos (exceto os de aves),
Queijos amarelos,
Carnes vermelhas gordas,
Gema de ovo,
Sorvetes cremosos,
Creme de leite,
Lagosta,
Vísceras,
Manteiga,
Tutano.
COLESTEROL DESEJÁVEL= Menor do que 200 mg/dl
COLESTEROL LIMITE SUPERIOR= de 200 a 240 mg/dl
COLESTEROL ALTO= Acima de 240 mg/dl
Escrito por Lau, Maria, Bastos às 10h56
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
| |
[ ver mensagens anteriores ] |
|
|
|
|